Recomendação W3C para acessibilidade
Em meio a correria de cumprir o prazo para entrega de projetos, quase não à tempo de priorizar o conteúdo de maneira acessível as pessoas com deficiência. Pode parecer bobagem, mas vem crescendo de maneira impressionante o numero de pessoas com algum tipo de deficiência que utiliza a internet para pesquisas escolares, pesquisa de comprar e até mesmo de uso profissional, esse crescimento ocorre ao mesmo tempo em que a internet vem crescendo em todo o Brasil, e este publico em especifico merece uma atenção especial, porém esta atenção precisa ser trabalhada em conjunto, ou seja, deve partir do interesse da empresa que paga pelo serviço de uma agencia web por exemplo, depende do interesse da agencia em começar a impor essa necessidade no dia a dia de seus profissionais, depende do interesse do designer de utilizar cores(layouts) claros e objetivos, explorando sempre a opção de contraste, e por fim, depende do interesse do programador/desenvolvedor de trabalhar um conteúdo que possa facilitar a visualização e navegação do usuário.
Dentre algumas diretrizes podemos citar e justificar as
seguintes:
Proporcionar conteúdo que, ao ser apresentado ao usuário, transmita a mesma informação que o conteúdo sonoro ou visual. Por exemplo, reproduzir um texto por um sintetizador de voz.
Diretriz
2 – Não recorrer apenas à cor
Certificar que as informações são vistas quando sem
cores a partir do contexto, marcações e contrastes, para que as pessoas com
deficiência visual possam receber as mesmas informações.
Diretriz
8 - Assegurar a acessibilidade às interfaces incorporadas.
Assegurar que a interface do usuário obedeça a
princípios de desenho acessível: acesso independente de dispositivos,
operacionalidade pelo teclado, emissão automática de fala, etc
Diretriz
9 - Design para a independência de dispositivo.
Usar recursos que permitam a ativação dos elementos da
página através de uma variedade de dispositivos de entrada. Por exemplo, um
formulário que só pode ser ativado com um mouse não poderá ser acessado por
alguém sem visão, utilizando entrada de voz ou teclado.
Diretriz
10 – Utilizar soluções de transição
Utilizar soluções de acessibilidade transitórias, para
que tecnologias assistivas e navegadores mais antigos funcionem corretamente.
Por exemplo, navegadores mais antigos não permitem aos
usuários navegar para esvaziar caixas de edição. Leitores de tela mais antigos
lêem listas de links consecutivos como um link. Esses elementos ativos são,
portanto, difícil ou impossível acessar. Além disso, a mudança da janela atual ou
o aparecimento de novas janelas pode ser muito confuso para os usuários que não
conseguem ver que isso aconteceu.
Diretriz
12 - Fornecer informações de contexto e orientação.
Fornecer contexto e orientações para ajudar os usuários
a compreenderem páginas ou elementos complexos.
O agrupamento de elementos e o fornecimento de
informações contextuais sobre as relações entre os elementos podem ser úteis
para todos os usuários. Relações complexas entre as partes de uma página podem
ser difícil de interpretar para pessoas com deficiências cognitivas e/ou
visual.
Ou seja, a W3C, não fornece apenas as informações HTML/CSS
que 90% dos profissionais de Web procuram focar, muito pelo contrário, eles
fornecem diversas informações que podemos assimilar e colocar em prática,
inclusive a parte de acessibilidade.
Essas e outras informações podem se encontradas em:
http://www.google.com.br/url?sa=t&rct=j&q=&esrc=s&source=web&cd=2&ved=0CFwQFjAB&url=http%3A%2F%2Fwww.acessobrasil.org.br%2Fmedia%2F2%2F20030828-w3crevisto3.doc&ei=WWnaT7ndM-nK2AXfgcnPBg&usg=AFQjCNHHB5L9UDLynQeTfdxwK8-BaNYw1Q&sig2=QUeko0fzJ0-zDzIh-a_H0w
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